UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA
MUSEU
CASA DO
SERTÃO

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FEIRA DE SANTANA
A História de Feira de Santana confunde-se com a história da inserção e criação de gado no Sertão Baiano, mais especificamente na região entre os rios Jacuípe e Paraguaçu, e com à religiosidade popular expressa pelo culto a Nossa Senhora Santana, Padroeira da Fazenda e da Capela que deram origem, ainda na primeira metade do século XVIII, ao núcleo de povoamento da Cidade.
Era nessa Fazenda, chamada Santana dos Olhos dÁgua, que as boiadas provenientes do Alto Sertão faziam pouso em meio ao percurso rumo ao litoral. Nesse pouso, os boiadeiros e tropeiros, ao realizarem pequenos negócios, deram início a um comércio que mais tarde viria a constituir-se em feira semanal, cuja importância e tamanho adquiriria projeção nacional.
MUSEU CASA DO SERTÃO
Construído pelo Lions Clube de Feira de Santana, e inaugurado a 30 de junho de 1978, no Campus da UEFS, o Museu Casa do Sertão objetiva preservar a cultura sertaneja, resguardando aspectos do cotidiano do homem dessa região, e, por extensão, da própria Feira de Santana.
Dentro deste princípio norteador a preservação da história e das tradições de Feira de Santana e região foi incorporado ao Museu o Centro de Estudos Feirenses, Órgão criado, pelo Monsenhor Renato de Andrade Galvão, visando incentivar a realização de pesquisas sobre a região.
Mais recentemente, foi também incorporado, ao Museu, o Centro de Pesquisa e Documentação de Feira de Santana CPDOFS, tendo por meta a produção e viabilização da pesquisa histórica a nível de graduação e pós-graduação sobre Feira de Santana e região.
O ACERVO
O acervo do Museu é composto de cerca de 500 peças de pequeno e de grande porte. As referidas peças constituem-se dos seguintes materiais: palha, fibra, couro, madeira, tecido, barro, metal e pedra.
A maioria dessas peças refere-se à ocupação dos sertões pelo gado e ao artesanato popular da região.
O acervo fonográfico é composto de discos de forró, baião, modas de viola, xaxado; coleção de discos sobre folclore; fitas cassetes com cantorias, aboios e toadas e uma coleção de discos que datam do início da carreira de Luiz Gonzaga.
O Acervo Bibliográfico é composto de livros, periódicos e documentos sobre antropologia, religião, sociologia e história de Feira de Santana e região, como também de literatura de cordel, folclore e cultura popular.
Obs: Em breve estarão disponíveis o conteúdo dos acervos fonográfico e bibliográfico.
