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Centro Universitário de Cultura e Arte - CUCA

O Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), é a Unidade de Desenvolvimento Organizacional responsável pelo planejamento, coordenação e execução das estratégias e da política cultural da UEFS. Em 2005, o CUCA enfatizou a promoção de diversos eventos do universo artístico-cultural da Região de Feira de Santana, dando continuidade ao seu propósito e missão. Funciona no prédio da antiga Faculdade de Educação, no centro de Feira de Santana, uma interessante construção do início do século XX totalmente restaurado e adaptado às funções atuais, dispondo de uma estrutura física que abriga o Museu Regional de Arte; a Galeria de Exposições Temporárias Carlo Barbosa; o Laboratório de Arte-Ciência – Experimentoteca; a Biblioteca Setorial Pierre Klose; o Seminário de Música; as Oficinas de Criação Artística; o Teatro Universitário; o Teatro de Arena; o Laboratório de Informática; a Sala de Vídeo; a Sala de Reuniões Simões Filho; a Sala de Cinema de Arte (em implantação) e a Sala de Coordenação de  Eventos. Oferece, ainda, espaço para o Programa Universidade Aberta à Terceira Idade e coordena as atividades da Galeria de Arte Caetano Veloso, localizada no Campus Avançado da UEFS, em Santo Amaro da Purificação, e do Centro de Cultura Amélio Amorim, recentemente incorporado à administração da Universidade, mediante contrato de cessão de uso, firmado com o Governo do Estado.

Dentre as atividades desenvolvidas no CUCA, merece destaque  a Caminhada do Folclore, que se realizou em 2005 com pleno êxito, reunindo aproximadamente 4.331 a participantes, 128 grupos temáticos, e uma assistência aproximada de 70 mil pessoas nas ruas. Este evento  já se constitui em um marco no calendário dos grandes eventos da Região de Feira de Santana, ao lado da Micareta, da Festa de Santana, da Caminhada da Paz e da Expo-Feira. Tal importância fez com que o Projeto Tesouros do Brasil a incluísse no Guia de Bens Culturais do Brasil. Este projeto é uma promoção da Fiat com o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN – Ministério da Educação e UNESCO.

Para dar sustentação à política acadêmico-cultural da instituição, o CUCA promove atividades artísticas nas mais diferentes linguagens: música, dança, artes plásticas e teatro. Incentiva, também, a criação literária e experiências de arte-educação, desenvolvidas através de projeto voltado para integração Ciência e Arte, dirigido aos professores e alunos da Escola Básica e realizado, originalmente, em parceria com a Universidade de São Paulo – USP, com financiamento do CNPq.

A partir dessa parceria, a UEFS passa a atuar como agente multiplicador de uma experiência de extensão desenvolvida pela USP – o Projeto Interação Ciência e Arte no Desenvolvimento das Potencialidades Regionais – realizando capacitação/treinamento e dando apoio didático aos professores do Ensino Fundamental e Médio, mediante utilização da Experimentoteca, um laboratório móvel de ciência experimental, instalado no CUCA, cujos Kits são colocados à disposição de professores capacitados, que deles podem fazer uso como apoio didático-pedagógico às aulas práticas de Ciências, Física e Química, em suas escolas, através de empréstimos.

Além da Experimentoteca, o CUCA utiliza, também, os laboratórios de Biologia, Física e Química, no campus universitário, e o Observatório Astronômico Antares, para aprofundar a capacitação/treinamento de professores/alunos e aprimorar os experimentos e estudos, qualificando o atendimento às escolas cadastradas no projeto e outras interessadas na proposta, com impacto visível no ensino das disciplinas trabalhadas.

As ações de cada órgão/setor que integra o Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA são apresentadas adiante.

Museu Regional de Arte

O Museu Regional de Arte – inicialmente Museu Regional de Feira de Santana - é criado, em 26 de março de 1967, por iniciativa de um grupo de intelectuais feirenses, cuja pretensão é montar um museu que reflita a Civilização do Couro, no município, considerado a porta de entrada do sertão. A idéia assume novo contorno, quando o jornalista Assis Chateaubriand doa, ao museu, cerca de 100 obras de artistas plásticos, de renome nacional e internacional, dando-lhe uma conotação de museu de arte, acrescida à natureza regional que lhe confere o acervo anterior.

Com essas características, misto de museu de arte e de museu regional, funciona,  até 1985, no prédio dos antigos Currais Modelo de Feira de Santana, no centro da cidade, reconstruído e adaptado pelo Governo do Estado / Prefeitura Municipal, especialmente para abrigá-lo.

Em 1985, o museu passa a ser gerido pela Universidade e, em 1995, é incorporado ao patrimônio da instituição, sendo transferido para o prédio da antiga Faculdade de Educação – hoje, CUCA -, especializando o seu acervo em artes plásticas e transferindo para o Museu Casa do Sertão, no campus universitário, o acervo do couro. É denominado, então, de Museu Regional de Arte.

Em 1998, por iniciativa da atual Administração da UEFS, o museu sofre a maior intervenção da sua história, viabilizada através da celebração de dois convênios: o primeiro, com o SEBRAE, possibilita a restauração de quase duas centenas de obras, atualizando a manutenção de 85% do seu acervo. O segundo, com a Fundação Banco do Brasil, garante a realização dos trabalhos de restauração e adaptação do pavilhão onde se localiza, no CUCA, um prédio datado de 1916, de estilo eclético, que é dotado, assim, de 05 salas de exposições, de 02 salas de administração e de 01 sala de reserva técnica, com ambiente controlado próprio, além de climatização nas salas de exposição permanente, de iluminação apropriada para obras de arte e de sistemas de segurança contra roubo e incêndio.

Reinaugurado em 31 de março de 1999, o Museu Regional de Arte é, atualmente, o espaço maior da arte em Feira de Santana, desempenhando um papel relevante no fomento à cultura e à produção cultural e artística da região. Seu acervo, reunido por galeristas do Rio de Janeiro e de São Paulo, é constituído de 224 obras registradas e de mais 04 em fase de musealização, formando uma das mais significativas coleções de arte moderna brasileira, baiana e inglesa.

A coleção de artistas ingleses empresta ao museu a condição de único, naAmérica do Sul, a possuir uma amostra substantiva da arte inglesa produzida nas décadas do Pós-Guerra. A coleção de arte brasileira abrange o período que vai da Semana de 22 até o neo-concretismo dos anos 60, ou seja, cinco décadas do século XX. Já a coleção de arte baiana reúne obras dos artistas pioneiros, além das duas gerações subsequentes, que atualizaram as artes plásticas na Bahia, cobrindo os anos 40, 50 e 60. As coleções de gravuras, xilogravuras, litogravuras, assim como a coleção de 18 esculturas, enriquecem o acervo geral que, entre 1996 e 2000, é visitado por 11.995 pessoas, tornando concreto o objetivo de educar através da arte.

Galeria de Exposições Temporárias Carlo Barbosa

A Galeria de Exposições Temporárias Carlo Barbosa – inicialmente Sala Carlo Barbosa – é formalmente constituída em abril de 1998 (Portaria 343/98) e ocupa um dos anexos do Museu Regional de Arte. É um espaço importante de difusão cultural e de apoio e estímulo aos artistas, em especial aos talentos emergentes, e vem-se firmando como excelente ponto de comercialização de obras de arte.

Entre os seus objetivos, destacam-se:

  • promover exposições  de artistas regionais e estaduais;
  • promover exposições do acervo flutuante;
  • disponibilizar o acervo para aquisição pelo público visitante.

O espaço tem estrutura compatível com a estrutura das melhores galerias do Estado, dispondo de refrigeração climatizada e de reserva técnica  para guarda do acervo flutuante – não possui acervo próprio – o que a torna um local requisitadíssimo no meio artístico. Desenvolve, também, um trabalho educativo junto aos usuários, com vistas à qualificação do mercado de arte local/regional/estadual.

Experimentoteca

A Experimentoteca é um laboratório móvel de ciências, cuja origem está relacionada ao convênio de cooperação técnico-científica entre USP/CDCC – UEFS/CUCA, celebrado em 1997, para o desenvolvimento do Projeto de Extensão Interação Ciência e Arte no Desenvolvimento das Potencialidades Regionais.

Atendendo às escolas do Ensino Fundamental e Médio, a Experimentoteca realiza atividades de capacitação / treinamento de professores e alunos, instrumentalizando-os para dinamizar a realidade da sala de aula através da experimentação, melhorando a qualidade do ensino de Ciências Físicas e Biológicas, na Escola Básica da Região de Feira de Santana. O Projeto torna acessível metodologias e ferramentas favorecedoras da interação teoria-prática no cotidiano escolar, contribuindo para o aprimoramento e motivação do professor/aluno, para uma aprendizagem sólida e duradoura e para o resgate e requalificação das escolas, pública e privada, do entorno da Universidade. Para tanto, utiliza os recursos mais diversos, inclusive a abordagem de conceitos científicos por meio das linguagens artísticas – artes plásticas, dança, teatro (dramatização de conceitos e situações) – tornando prazeroso o ato de aprender.

O acervo da Experimentoteca é formado de 74 kits e constituído, basicamente, por materiais de laboratório ou demonstrativos, filmes, atlas ilustrativos do corpo humano, mapas, modelos e jogos, possibilitando que equipes de até 10 alunos realizem experimentos, simultaneamente, com cada tema. Funciona à semelhança de uma biblioteca pública, mediante empréstimos dos módulos experimentais, facilitando o acesso de um público extenso ao seu acervo. Conta, também, com um Laboratório de Polimerização, destinado à produção de tecnologias educacionais, com o uso de resina, à qual são incrustados materiais zoológicos, botânicos e outros, formando coleções.

Os  usuários da Experimentoteca são assistidos por professores orientadores, artistas plásticos e estagiários-bolsistas, vinculados ao Programa Bolsa Trabalho Arte e Cultura, oriundos dos diversos cursos de graduação da Universidade.

Biblioteca Setorial Pierre Klose

Biblioteca Setorial Pierre KloseIntegrante do Sistema de Bibliotecas da UEFS, a Biblioteca Setorial Pierre Klose recebe esse nome em homenagem a um dos fundadores do Seminário de Música da Universidade, o professor e pianista francês Pierre Klose. Inicia suas atividades em 1995, com um pequeno acervo, formado de doações feitas ao Seminário, à época da antiga Faculdade de Educação, com o objetivo de dar suporte às atividades desenvolvidas pelo CUCA. Atualmente, coloca à disposição do público, principalmente dos docentes e discentes do Ensino Fundamental e Médio vinculados ao Projeto Interação Ciência e Arte no Desenvolvimento das Potencialidades Regionais, um acervo de 1.510 títulos e 2.595 exemplares, especializados na área de arte-ciência e cultura, e desenvolve atividades de caráter artístico-cultural, estimulando o desenvolvimento intelectual, a participação e a criatividade dos seus usuários.

A Biblioteca Setorial Pierre Klose funciona em ampla sala, com ar condicionado e boas condições de atendimento, estando conectada à Biblioteca Central Julieta Carteado e à INTERNET. No período de 1996 a 2000, acolhe um público circulante de 32.750 pessoas, desempenhando um papel significativo em termos de difusão cultural.

Seminário de Música

O Seminário de Música é fundado, em 1962, e incorporado à Universidade, em 1985. É transferido para o Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA, em 1985, e dispõe de instalações confortáveis e adequadas ao desenvolvimento das atividades que lhe são afetas.

Apresentação MusicalTendo como objetivo contribuir para o desenvolvimento integral do indivíduo e para o seu processo educacional, através da música, o Seminário propicia oportunidade de criação nas diversas modalidades de instrumentos musicais. Ministra cursos de piano, violão, saxofone, clarineta, trompete, flauta doce, flauta transversal, violino, bombardino e outros, procurando oferecer, aos alunos, um elenco de disciplinas teórico-práticas, que desenvolvem, não só um conhecimento histórico-teórico-musical, mas também, a destreza instrumental, aprimorando potencialidades e contribuindo para a desinibição em apresentações públicas. Procura consolidar, também, o projeto do Curso Básico de Musicalização, com formação em música, nível médio, através da oferta de turmas experimentais. Além disso, coordena o Coral da UEFS, cujas apresentações têm sido sempre alvo de elogios, em todos os eventos de que participa, inclusive em outros estados.

Oficinas de Criação Artística

As Oficinas de Criação Artística – OCA – como o nome sugere, são espaços destinados a estimular e apoiar o desenvolvimento de habilidades artísticas, principalmente dos talentos emergentes. São promovidas pela COEVE – Coordenação de Eventos do Centro Universitário de Cultura e Arte – e compreendem  oficinas de artes plásticas, oficinas de artes cênicas, oficinas do corpo e oficinas diversas, sem contar as oficinas de  música,  realizadas pelo Seminário de Música e anteriormente apresentadas.

Site: http://www.uefs.br/cuca/