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Menos dor e barulho
Outubro de 2003

 

    Era para ser uma broca espacial. Mas os pesquisadores do Instituto Nacional de pesquisas espaciais (INPE) perceberam que tinha nas mão algo muito importante para outro, além dos astronautas ávidos por novas descobertas em terreno desconhecido do cosmo. A nova broca odontológica desenvolvida pela instituição que diminui a aflições dos pacientes em consultório odontológico. A nova broca tem duas grandes vantagens atinge apenas a parte afetada e não produz aquele som assustador dos aparelhos convencionais foram eliminado a possibilidade de machucar a gengiva  e desgastar a parte sadia dos ossos desnecessariamente.

    Segundo o físico Vladimir Jesus Trava Airoldi o coordenador responsáveis pela pesquisa, Há uma economia  de 80% no uso de anestesia nas intervenções, sendo a tecnologia toda brasileira.

    A economia é possível segundo Airoldi, por que a nova broca possui uma ponta perfurante de diamante sintético de superfície metálica e é movido por um aparelho de ultra som de alta freqüência .

    A diferença básica entre as duas brocas é que, a nova funciona como uma pequena britadeira possibilitando atingir a parte cariada enquanto as usuais funciona em forma  de giratória.

    O diamante é inerte quimicamente, o que significa que o material é "incapaz de cortar tecidos moles ", Além de não sucumbir a ação de nenhum ácido existente na saliva. No entanto, possui abrasividade suficiente para desgastar o dente, garante o chefe de pesquisa. 

    

Dupla finalidade

 

    Há dez anos o laboratório associado de materiais e sensores do INPE vinha estudando O diamante artificial com aplicações espaciais, buscando melhoramento no se processo e aprimoramento, Este material seria usado primeiramente em detectores de satélites e perfuradores. Posteriormente, descobriu sua utilidade na andotologia, e busca imediata no seu aprimoramento para este uso.

    Com o desenvolvimento no processo conseguiu uma broca com dureza adequada para quebrar, com precisão de mira, pequenos pedaços de dentes. Além disso com suavidade para não sangrar a mucosa e a gengiva.

    Este projeto recebeu patrocino de Fundação de Amparo  à Pesquisa do estado de São Paulo (FAPESP) com cerca de 500mil de e da FINEP que colaborou com 150mil.¨

Resumo, Scientifc American  Brasil, fevereiro de 2003

              Jussara Goyano

Érico Novais

 

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